Amor; som arredondado.
Desce leve, sem engasgo.
Pelos beijos, e abraçados,
mesmo em noites tão geladas.
Vendo a lua prateada,
por toda madrugada.
Suspiros de amor;
olhos para o luar.
Dois corpos a entrelaçar.
Lábios á selar, nos beijos de amor
eterno,em olhares pueril.
Amor, que suporta distância,
com tremenda saudade.
Amor; que em lembranças;
se dá conta, da estrada,
da longa madrugada.
Que ainda tão gelada;
não esfria, os corações,
dos amantes apaixonados.
Que no furor da paixão,
explodem como vulcões.
Estremecendo nossos corações.
Do meu amor esta é a única visão.
Sei também, que olhas agora
a lua prateada, e que,
em suas lembraças;
Lembras, da sua amada.
aut. Elvira Roethig.
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